segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

GÈLÈDÉ O PODER FEMININO

O Gelede e realizada Pela Comunidade iorubá-nagô, e se espalha Por Benin, Nigéria e Togo.
Esta cerimônia foi realizada para homenagear o primordial mãe Iya NLA e para o papel as mulheres desempenham no processo de organização social e desenvolvimento da sociedade iorubá
O Gelede acontece todos os anos após as colheitas, em eventos importantes e durante a seca ou epidemias e é caracterizada por máscaras esculpidas, danças e cantos, cantadas na língua iorubá e que retrata a história e os mitos do povo ioruba-nagô.
A cerimônia ocorre geralmente durante a noite em uma praça pública.


Na cultura yoruba, a mulher é vista de diferentes maneiras.A mulher é vista como mãe, esposa, filha, deusas até bruxa. Para os yorubas, o maior valor dado a mulher e de mãe porque os yorubas reverenciam as mães que eles também chamam de iyá nlá(grande mãe ou de iyaami (nossas mães)

Mulheres na cultura yoruba

Acredita-se que as mães possuem poderes espirituais ou divino. Esta crença é mostrada nesse dito yoruba:

Òrìsa bi ìyá. Kòsí.....orixa igual mãe não existe
Òrìsa bi ìyá s’òwón.....orixa igual mãe é raro
Ìyá mi wúrà..... mãe é ouro
Bàbá ni díngí..... pai é espelho

Pela visão do yoruba, entre todos os metais do mundo, ouro é o mais valioso e o espelho demostra o papel do homem como modelo para o filho

Tão grande é o valor dado pela mãe que dizem:

È bájé fòrìsà sílè.....seria melhor deixar de cultuar orixás
Ka bò ìyá wa.....para cultuar nossas mães.

As mães são bem importante na cultura yoruba porque se acredita que a continuidade da humanidade depende delas. Além de serem progenitoras dos filhos.







Geledé é originalmente uma forma de sociedade secreta feminina de caráter religioso existente nas sociedades tradicionais yorubás. Expressa o poder feminino sobre a fertilidade da terra, a procriação e o bem estar da comunidade.
Geledé é um festival anual homenageando "nossas mães" (awon iya wa), não tanto pela sua maternidade, mas como ancião feminino.
A máscara (ou adorno de cabeça, uma vez que não cobrem o rosto) é um par de um conjunto usado pelos homens vestidos como mulheres mascaradas para divertir, e aplacar as mães que são consideradas muito poderosas, e podem usar os seus poderes para o bem ou como feitiçaria de efeitos destrutivos.
Geledé surgiu provavelmente no final do século XVIII ou no início do século XIX. Pode estar associada com a mudança de uma sociedade matriarcal para uma patriarcal mas então se poderia esperar que tenha origens mais antigas

A cerimônia Geledé pode também ter lugar nos funerais de membros do culto ou em períodos de seca ou de outras situações graves, que se pensa ter sido trazida por feitiço maléfico.
As máscaras consistem de uma cabeça que representa um ser humano ou um animal, às vezes com uma superestrutura. Tal estrutura ou amplifica um tema presente no segmento mais baixo ou, mais frequentemente, desenvolve um tema diferente. Algumas superestruturas se apóiam diretamente na cabeça ou no penteado da máscara, outras se apóiam em plataformas retangulares ou circulares que se projetam para os lados ou se erguem acima da cabeça. Na tradição yórubà (e africana) as máscaras são esculpidas num único bloco de madeira. Algumas retratam humanos, animais e objetos.
Devido aos poderes espirituais das mulheres iorubá, não é surpreendente que muitas máscaras Gęlędę homenageiem sacerdotisas e devotas de várias divindades. Uma máscara da região de Ketu representa uma devota da divindade do arco-íris, Òșùmàrè, cujos símbolos básicos, serpentes reais, formam um arco duplo sobre sua cabeça - Òșùmàrè  As direções opostas das duas serpentes celestiais equilibram a composição e a duplicação e o posicionamento delas sugerem as faixas coloridas de um arco-íris.

Os homens, assim como as mulheres, se envolvem com os ritos tradicionais e também são honrados por manterem a fé de seus ancestrais. Como demonstram estudos de caso de indivíduos envolvidos com Gęlędę , na região dos Egbado, as pessoas são frequentemente tocadas por várias forças divinas e isto se reflete em seus rituais. Assim, durante a noite de Ęfę , o Ọrọ Ęfę honra um mascarado da sociedade Egungun, uma sociedade pan-iorubá que presta homenagem aos espíritos dos ancestrais masculinos e femininos
 

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

ÌYÉ ORÒ- AS PENAS SAGRADAS






ÌYÉ ORÒ – AS PENAS SAGRADAS
Ìkódíde, Agbè, àlùkò e Lékeléke são as quatros penas sagradas de nossa religião, somente
sendo utilizadas dentro da ritualística e nunca como um simples adorno. Elementos
primordiais e indispensáveis dentro dos Ìgbèrè– Ritos Iniciáticos e de Passagens de qualquer
simbologia e significado, ou seja, são insubstituíveis. Dentro do Corpo Literário.




KÓDÍDE ou ÌKÓÓDE trata-se de uma pena vermelha, extraída da cauda de um tipo
de papagaio africano da espécie Psittacus erithacus conhecido popularmente
por papagaio-cinzento, papagaio-do-Gabão ou papagaio-do-congo entre o povo iorubá
é denominado de Odíde ou Odíderé. Tornou-se Rei entre todas as aves, simbolo da
fecundação, da menstruação, da gestação, representa o nascimento e o simbolo do poder
feminino. Representação da realeza, honra e status, esta acima da simbologia do Adé –
Coroa. Fixado a frente da cabeça, representa o processo iniciático e confirma os ritos de
iniciação e/ou de passagem.
AGBÈ



Ojúure lògbólógbòó Odíderé fi í w'Iwó
Ìkódíde àse kun be aràiyé

O grande e velho papagaio olha com bondade para Iwó.
O poder da pena Ìkódíde enche de suplicas os seres deste mundo




AGBÈ pena azul extraída da cauda da ave africana Turaco da família
dos Musophagidae Touraco porphyreolophus. Descritos nos mitos, como o pássaro que
carregava a boa sorte e a riqueza para Olokun – Divindade dos Oceanos. Para que possa agir
tem que ser utilizada em contrapartida com o Àlùkò




ÀLÙKÒ pena de cor púrpura (entre escarlate e violeta) extraída das asas da ave africana
Turaco da família dosMusophagidae Touraco ruspolii. Descritos nos mitos, como o pássaro
que carregava a boa sorte e a riqueza para Olosa – A Divindade das Águas Doces. Da mesma
forma que sua contrapartida, somente age em companhia do Agbè



LÉKELÉKE pena de cor branca, extraída da ave Bubulcus ibis conhecida popularmente por
garça-vaqueira ou garça-boieira, nativa da África e do Sul da Europa, que invadiu a América
do Norte no início do Século XX e atingiu o Brasil na década de1960. Descritos nos mitos
como o pássaro que carregava a boa sorte e a riqueza para Òrìsà Nla e toda a sua corte.
Simbolo por excelência de todos os Òrìsà Funfun





___________Ingles_______
IYE ORO - HOLY THE FEATHERS
Ìkódíde, Agbe, Aluka and Lekeleke four feathers are sacred in our religion, only
being used in the ritual and never as a mere adornment. Elements
within the primary and indispensable Ìgbèrè-initiation rites and passages of any
symbolism and meaning, ie, they are irreplaceable.
Within the body of literature.
 
Kodidis ÌKÓÓDE or it is a red feather, taken from the tail of a kind
African species of parrot Psittacus erithacus popularly known
by gray parrot, the parrot or parrot-Gabon-Congo between the Yoruba people
is called Odíde or Odíderé. He became king of all birds, the symbol
fertilization, menstruation, pregnancy, birth and represents the symbol of power
female. Representation of royalty, honor and status, is above the symbology of the Y -
Crown. Fixed the front of the head, represents the initiation process and confirms the rites of
initiation and / or passage.
Agbe  


Ojúure lògbólógbòó Odíderé fi t w'Iwó
Ìkódíde àse kun be aràiyé

The big old parrot look kindly Iwo.
The power of the pen filled with supplications Ìkódíde beings of this world


________________Espanhol_________________ 
 ORO - SAIYE SANTA LAS PLUMAS
Ìkódíde, Agbe, Aluka y Lekeleke cuatro plumas son sagrados en la religión, sólo
se utiliza en el ritual y nunca como un mero adorno. Elementos
dentro de la primera e indispensable Ìgbèrè-ritos de iniciación y los pasajes de cualquier
simbolismo y significado, es decir, son insustituibles. Dentro del cuerpo de la literatura.


 

Kodidis ÌKÓÓDE o se trata de una pluma roja, tomado de la cola de una especie
Especies africanas de Psittacus erithacus loro conocido popularmente
por loro gris, loro o papagayo-Gabón-Congo entre el pueblo Yoruba
se llama Odíde o Odíderé. Se convirtió en rey de los pájaros, el símbolo
la fertilización, la menstruación, embarazo, nacimiento y representa el símbolo del poder
femenino. Representación de la realeza, el honor y el estado, está por encima de la simbología de la Y -
Corona. Fija la parte frontal de la cabeza, representa el proceso de iniciación y confirma los ritos de
la iniciación y / o pasaje.
Agbe
Ojúure lògbólógbòó Odíderé fi t w'Iwó
Ìkódíde ase-kun se aràiyé
 
El viejo loro grande con buenos ojos Iwo.
El poder de la pluma llena de seres súplicas Ìkódíde de este mundo




Pluma azul Agbe tomado de la cola del ave de la familia africana Turaco
de Musophagidae Touraco porphyreolophus. Descrito en los mitos, como el ave
llevado a la buena suerte y riqueza a Olokun - divinidad de los Océanos. Con el fin de actuar
debe ser utilizado en contraste con Aluka


Aluka pena de púrpura (entre rojo y violeta) extraídos de las alas del pájaro africano
Turaco familia dosMusophagidae Touraco ruspolii. Descrito en los mitos, como el ave
llevar la buena suerte y riqueza a Olos - La divinidad de agua dulce. En el mismo
para que su mano, sólo funciona en la empresa de Agbe


Pluma Lekeleke negro, tomadas desde el ibis aves Bubulcus popularmente conocido como
Garcilla bueyera y garcillas bueyeras, un nativo del sur de África y Europa, que invadieron América
Del Norte en el siglo XX y llegó a Brasil en la década de1960. Descrito en los mitos
como el pájaro que lleva a la buena suerte y riqueza a Òrìsà Nía y toda su corte.
Símbolo por excelencia de todos los Funfun Òrìsà











quarta-feira, 16 de novembro de 2011

CAMINHADA CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA__ENG. VELHO DA FEDERAÇÃO


Um dos bairros de Salvador que tem a identidade negra como uma das suas principais características.

Engenho Velho da Federação reúne terreiros de variadas vertentes das religiões afro como candomblé, umbanda e culto aos caboclos.













 

Cansados de serem atacados por evangélicos neopentecostais, principalmente fiéis da, IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS. membros de religiões afro-brasileira protesta no bairro do Engenho Velho da Federação, em Salvador, Bahia.

religiões de matriz africana do Engenho Velho da Federação realizaram Caminhada Contra a Violência, a Intolerância Religiosa e pela Paz. O ponto de encontro foi no final de linha do bairro, na Praça Mãe Runhó, e os cerca de 200  trajavam roupas típicas de candomblé, vestimentas brancas e a camisa do evento.
Com o tema "Sou de Candomblé. E você?", o evento tem o objetivo de defender o respeito à crença, assim como conscientizar a população da necessidade de ter orgulho dela, inclusive assumindo-a perante o Censo. “O povo da Bahia fica com vergonha de dizer que é de santo, principalmente os mais velhos que participam de Igreja Católica e do Terreiro”, afirma a Yalorixá


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CAMINHADA CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA- RIO DE JANEIRO



Rj, Copacabana

Milhares de pessoas participaram, da Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, que reuniu umbandistas, candomblescistas, muçulmanos, católicos, judeus, protestantes, kardecistas, além de adeptos do Santo Daime, hare krishnas, entre outros.



WALK AGAINST RELIGIOUS INTOLERANCE-RIO DE JANEIRO

Rj, Copacabana

Thousands of people participated in the Walk for the Defense of Religious Freedom, which brought together Umbanda, candomblescistas, Muslim, Catholic, Jewish, Protestant, Kardec, and followers of Santo Daime, Hare Krishnas, among others.


Intolerância religiosa


Intolerância religiosa é um termo que descreve a atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar as diferenças ou crenças religiosas de terceiros. Poderá ter origem nas próprias crenças religiosas de alguém ou ser motivada pela intolerância contra as crenças e práticas religiosas de outrem. A intolerância religiosa pode resultar em perseguição religiosa e ambas têm sido comuns através da história. A maioria dos grupos religiosos já passou por tal situação numa época ou noutra.










quinta-feira, 10 de novembro de 2011

CULTURA AFRICANA / AFRICAN CULTURE


Cultura nigeriana reflete influências Africano, islâmicos e europeus. No norte da Nigéria, o Islã tem arquitetura em forma e caligrafia. Como o Islã proíbe a representação tradicional de pessoas e animais, formas de arte como esculturas cerimoniais são virtualmente ausentes no norte. No sul, os povos indígenas produziram seus próprios modelos muito antes da chegada dos europeus. Figuras português apareceu pela primeira vez em bronzes de Benin que datam do século 16. Desde o alvorecer da era colonial, influências ocidentais têm desafiado, ameaçado, e de certa forma enriqueceram a cultura nigeriana. Rico e diversificado património artístico da Nigéria remonta a mais de 2.000 anos. As primeiras peças notáveis ​​são finamente produzido esculturas de terracota produzida pela cultura Nok nas proximidades do Planalto Jos entre 500 aC e 200 dC. Estes, juntamente com as cabeças de bronze de Ife datam do século 13 e placas de bronze, estátuas de bronze, esculturas de marfim e de Benin a partir do século 11 e, posteriormente, são geralmente considerados legado mais importante da Nigéria artística. Muitos desses componentes, no entanto, reside em museus ocidentais, onde elas foram tiradas durante a época da conquista colonial. O governo nigeriano exigiu o retorno de arte saqueadas, particularmente de Benin, com pouco sucesso.

Nigerian culture reflects African influences, Islamic and European. In northern Nigeria, Islam has shaped architecture and calligraphy. Since Islam forbids the traditional representation of people and animals, art forms such as ceremonial carvings are virtually absent in the north. In the south, indigenous peoples produced their own models long before the arrival of Europeans. Portuguese figures first appeared in Benin bronzes dating from the 16th century. Since the dawn of the colonial era, Western influences have challenged, threatened, and in some ways enriched Nigerian culture. Rich and diverse artistic heritage of Nigeria dates back over 2,000 years. The first notable pieces are finely produced terracotta sculptures produced by the Nok culture near the Jos Plateau between 500 BC and 200 AD. These, along with the bronze heads of Ife dating from the 13th century and bronze plaques, bronze statues, ivory carvings and Benin from the 11th century and later, are generally considered most important legacy of Nigerian art. Many of these components, however, lies in Western museums, where they were taken during the time of colonial conquest. The Nigerian government demanded the return of looted art, particularly in Benin, with little success.



Música e dança são parte integrante da cultura da Nigéria, e cada grupo étnico tem suas próprias especialidades. Instrumentos tradicionais incluem vários tipos de flautas, trompetes, arcos musicais, xilofones, e matracas, bem como muitas variedades de tambores. Música é usada para celebrar os governantes e para acompanhar assembléias públicas, casamentos e funerais, festivais, e contar histórias. Ao mesmo tempo o Edo do Reino de Benin distinguido entre a música urbana que foi realizada no palácio e músicas menos complexas que foi jogado em áreas rurais.






Music and dance are an integral part of the culture of Nigeria, and each ethnic group has its own specialties. Traditional instruments include various types of flutes, trumpets, musical bows, xylophones, and rattles, as well as many varieties of drums. Music is used to celebrate the rulers and to monitor public meetings, weddings and funerals, festivals, and storytelling. At the same time, the Edo kingdom of Benin distinguished between urban music that was held in the palace and less complex music that was played in rural areas.







Yorubas tomar nomes a sério, porque eles acreditam que as pessoas vivem os significados de seus nomes. Como tal, as pessoas iorubá um esforço considerável em nomear um bebê. Sua filosofia de nomear é transmitida em um ditado comum que diz: "ni ile um wo, ki um para assim omo l'oruko". Isso se traduz em Inglês como "um presta atenção à família antes de nomear uma criança" e significa que deve-se considerar a tradição ea história de parentes de uma criança ao escolher um nome.

Algumas famílias têm uma longa tradição para nomear seus filhos. Esses costumes são muitas vezes derivados de sua profissão ou religião. Por exemplo, uma família de caçadores poderia nomear seu bebê Ogunbunmi (Ogun dá-me isso) para mostrar o seu respeito à divindade que lhes dá ferramentas de metal para a caça. Enquanto isso, uma família que venera Ifá pode nomear seu filho Falola (Ifa tem a honra).




Oruko Abiso (Nome dado à nascença)

 Estes são nomes que não são naturais com a criança no nascimento, mas são dadas em ambos os oito dias de nascimento (para mulheres) e nono dia de nascimento (para homens). Elas são dadas de acordo com eventos significativos no momento do nascimento ou com referência à tradição da família como já foi mencionado acima.

Exemplos de nomes dados com referência à tradição da família incluem Ogundiran (Ogun se tornou uma tradição viva na família); Ayanlowo (Ayan tradição bateria é honrosa); Oyetoso (chefia é ornamento); Olanrewaju (Honor está avançando para a frente); Olusegun (Deus venceu o inimigo).






A religião Yorùbá compreende as crenças originais e práticas religiosas do povo iorubá. Sua terra natal é no sudoeste da Nigéria e as partes adjacentes do Benin e Togo, uma região que veio a ser conhecido como Yorubaland. Durante o tráfico atlântico de escravos foi exportada para as Américas, onde influenciou ou deu origem a formas de vida próspera, como Lucumi, Umbanda e Candomblé. [1] crenças religiosas iorubá fazem parte do Irã, o complexo total de canções, histórias , histórias e outros conceitos culturais que compõem os iorubás.






Os yorubás desenvolveram uma filosofia  que todos os seres humanos possuem o que é conhecido como "AYANMO"  (o destino ), e espera-se que acabará por se tornar um em espírito com Olodumare (Olorum, o criador divino e fonte de toda a energia). Além disso, os pensamentos e ações de cada pessoa em Aye (mundo físico) interagir com todos os outros seres vivos, incluindo a própria Terra. Cada pessoa tenta atingir a transcendência e encontrar seu destino no orun-Rere (o reino espiritual de aqueles que fazem coisas boas e benéficas, um lugar um pouco semelhante ao Reino dos Céus ). Alguém Orí-Inu (consciência espiritual no mundo físico) deve crescer, a fim de união consumada com a própria "Ipônri" (Orí orun, espiritual).  Aqueles que param de crescer espiritualmente, em qualquer de suas vidas dadas, são destinados para "orun-Apadi" (o reino invisível de fragmentos). Vida e morte estão a ser dito ciclos da existência de uma série de corpos físicos, enquanto o espírito evolui em direção a uma transcendência. Esta evolução está a ser dito mais evidente entre os Orishas, os vizires divino do Deus Todo-Poderoso.




Um orixá (Orisa ou Orixá) é uma entidade que possui a capacidade de refletir algumas das manifestações de Olodumare. Yòrùbá Orishas (traduzida como "donos da cabeça") são freqüentemente descritos como intermediários entre o homem eo sobrenatural. O termo é freqüentemente traduzido como "divindades"

Orixá (s) são mais como entidades, e tem o controle sobre elementos específicos na natureza,
Os yorubás acreditam em um ser supremo, em divindades primordiais, e os espíritos que foram deificados. Deus é conhecido como Olodumare (o único que tem a plenitude de tudo) e Olorun (o dono do céu, o Senhor, cuja morada é no céu acima). Outros nomes também são usados ​​que refletem a crença iorubá que Deus tem todos os atributos possíveis de uma pessoa.
Como o Ser Supremo criou o céu ea terra, ele também trouxe em centenas existência de divindades e os espíritos (Orisa, ou Imole, e Ebora). Outras figuras históricas, como reis, heróis culturais, fundadores de cidades, etc foram deificados, e são invocados, juntamente com personificações de forças naturais, como terra, vento, árvores, rio, lagoa, mar, rochas, colinas e montanhas. Como em outras sociedades Africano, iorubá também acreditam na existência ativa dos antepassados ​​falecidos.

















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